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Quando apareceu pela primeira vez em território nacional, Combat Arms se tornou uma verdadeira febre em pouco tempo. A quantidade de jogadores brasileiros que invadiu as salas era tamanha que você nem precisava saber inglês para se comunicar com os demais membros do grupo.
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Mas depois de enfrentar uma série de dificuldades com os provedores para a região, a Nexus optou por retirar o Brasil da disputa. Depois de muitas reclamações e tentativas para recuperar o controle deste game alucinante, eis que a Level-up Games em parceria com a Nexus trouxe Combat Arms novamente para o Brasil.
Totalmente em português
Como agora o game é uma exclusividade de jogadores do Brasil, não faria o menor sentido ouvir frases em inglês. Mas as novidades do título vão muito além de dublagens e novos arquivos de áudio. A versão brazuca de Combat Arms conta com dezenas de novas armas, planos de carreira, personagens adicionais e modos de jogo exclusivos.
Você já jogava Combat Arms? Então não pode deixar de conferir a versão exclusiva para o Brasil do FPS online que é sucesso em todo o mundo. Se ainda não conhece o game, prepare-se para um combate cruel e impiedoso. Soldado, isso não é um convite, é uma ordem!
Por que ele é melhor?
Fazia muito tempo que os jogadores de plantão não conferiam um jogo tão empolgante e totalmente gratuito como este. Os gráficos deste game são espetaculares, seus cenários são bastante ricos e a movimentação é de tirar o fôlego. Aqui qualquer um pode empunhar a sua arma e embarcar em uma disputa para se tornar mais poderoso a cada inimigo abatido.
Você pode criar seu personagem ao início do jogo e utilizar novos recursos para deixá-lo com a aparência que você quiser. Se desejar, poderá gastar sua mesada real para trocar de personagem no meio da partida ou ainda comprar aparências únicas.
Counter-Strike 1.6 utilizava armas e equipamentos reais, mas que precisavam ser comprados a cada nova partida com o dinheiro adquirido. Em Combat Arms você ganha dinheiro e experiência a cada partida e pode utilizá-los para se tornar cada vez mais preciso no campo de combate.
Diversas armas reais com grande poder de fogo estarão a sua disposição, assim como uma imensa variedade de granadas e equipamentos. A lista de equipamentos é imensa e é atualizada constantemente. O jogador passará de nível quando juntar experiência suficiente e ganhar mais precisão com suas armas.
Plano de Carreira
Ao contrário dos demais jogos de tiro em primeira pessoa, aqui cada cabeça inimiga que você faz voar pelos ares lhe rende mais reconhecimento. E não se trata apenas de medalhas em seu peito, a patente do seu personagem define desde as salas de jogo em que você pode embarcar até as armas que pode comprar. O sistema é bastante parecido com o do exército americano e é claro que as mais altas rendem maiores regalias.
Preparem suas armas
Você pode acessar a loja de armas a qualquer hora que estiver fora das partidas e comprar novas armas e equipamentos. Cada personagem tem cinco espaços para alojar seus brinquedos: arma principal, arma secundária, arma branca, granadas e mochila para carregar outras armas. Seu soldado também possui cinco posições para suas roupas: cabeça, rosto, uniforme, vestimenta e mochila. Aind,a é possível coletar as armas deixadas ao chão por inimigos derrotados.
Outra grande novidade deste jogo é que cada arma vem na sua configuração básica, ou seja, sem qualquer acessório. O jogador deve comprar uma mira telescópica para poder ter acesso ao zoom de sua arma por exemplo. Silenciadores e pentes estendidos também podem fazer toda a diferença no meio da partida. Vale lembrar que todos estes equipamentos serão adquiridos por certo período de tempo, sendo mais caros para os períodos maiores.
Mercado Negro
Embora os jogadores mais honrados possam se questionar quanto à honestidade do sistema, em Combat Arms você pode receber uma grande ajuda para subir na profissão mais depressa. As costas quentes e os seus contatos especiais podem fazer toda a diferença, desde que você colabore, afinal de contas uma mão lava a outra. Nesta seção você pode usar seu dinheiro da vida real para adquirir armas, equipamentos e itens únicos.
Mesmo que o jogador já tenha uma alta patente, possua uma grande quantidade de itens e recursos, não poderá comprar os brinquedos desta seção. Armas exclusivas, equipamentos novos e mesmo a possibilidade de trocar de personagem ou de gênero no meio da carreira, isso e muito mais fazem parte do pacote vip do jogo. Os generosos de plantão podem ainda presentear seus amigos enviando esses equipamentos como um belo presente.
A nova edição da franquia de futebol da Konami já tem data marcada para chegar às lojas. Pro Evolution Soccer 2012 será lançado para PlayStation 3, Xbox 360 e PC no dia 27 de setembro, portanto, preparem-se para as compras, pois não falta muito tempo.
PES 2012 (Foto: Divulgação)
O jogo terá algumas mudanças em relação ao seu antecessor, como uma inteligência artificial melhorada, e um novo sistema de controle que permite que permite controlar dois jogadores simultaneamente no campo. De resto, é o que os fãs já conhecem: Dribles melhorados, gráficos melhorados…
Segundo um comunicado da Konami, PES 2012 é o jogo de futebol “mais ambicioso e avançado que já existiu”. Será que a EA Sports será abalada com todas as mudanças desse novo título? De qualquer forma, o produtor Jon Murphy complementa dizendo que todas as mudanças feitas no controle de jogadores, a inteligência artificial ativa e demais melhorias com certeza aumentarão o nível de jogo a novos patamares.
Nenhum outro jogo – segundo Murphy – permite que os usuários possam ter tamanho controle sobre o seu time, e em PES 2012 isso é bem claro, não havendo mais falhas na defesa devido aos comandos do jogador. Ele conclui dizendo que essa é uma das melhores fases para os fãs de PES em todo o mundo, e a Konami está feliz em anunciar a data de lançamento do seu novo jogo, para que os fãs se preparem em seus calendários. As versões de PSP, PS2 e Wii terão suas datas anunciadas posteriormente.
Escolha um estilo de luta
Antes de começar a lutar contra outros jogadores, você precisa definir qual arte marcial sua escola segue. Cada estilo apresenta características únicas, definindo os treinamentos realizados e os itens disponíveis para comprar.
Além disso, toda modalidade apresenta uma fraqueza e uma vantagem contra as demais. Nesta sequência, o estilo à esquerda é mais forte contra o próximo: Taekwondo > Judô > Karatê > Kung Fu > Muay Thai > Boxe, que por sua vez é mais forte que Taekwondo. A lutar contra outros jogadores, leve isso em consideração, pois há uma vantagem de 100% ao atacar oponentes fracos contra o seu estilo.
Realizada a escolha, comece o treinamento para se tornar um mestre e desafie outros jogadores para ganhar respeito no mundo das artes marciais. De ambas as maneiras você ganha experiência e dinheiro, porém com a primeira o custo-benefício é muito maior.
O caminho de um mestre
Ao ganhar níveis completando treinamentos, é possível gastar os pontos de habilidade recebidos para aumentar atributos. No início, há apenas três opções viáveis: “Stat” (o nome varia conforme a arte marcial), “Energy” e “Spirit”. O status do estilo torna seus golpes mais fortes, energia é necessária para treinar, e espírito, para desafiar outros jogadores.
Caso você deseje seguir o caminho dos desafios, garanta o recrutamento de um grande número dos seus amigos no Facebook, pois é muito difícil ser bem-sucedido sem eles. Por outro lado, quem aumenta somente sua energia e treina sem parar, provavelmente conseguirá aumentar vários níveis em poucos minutos.
Quando não for possível obter algum item por meio de missões, vá ao menu “Store” e o procure na loja do jogo. No entanto, se você não tiver dinheiro para realizar as compras, experimente acessar a aba “Business” para investir em atividades comerciais específicas – que garantem um lucro variável a cada hora.
Desenvolvido pela Human Head Studios, Prey é um daqueles casos de jogos que fazem um relativo sucesso na época em que chegam as lojas, mas que rapidamente são esquecidos. Tendo vendido mais de um milhão de cópias nos primeiros dois meses após o seu lançamento, o FPS foi bem recebido pela crítica e quando a Zenimax adquiriu os direitos da série em 2009, imaginou-se que ele logo ganharia uma sequência, mas nada foi dito sobre o assunto. Até agora.
Prey 2 (Foto: Divulgação)
Com lançamento previsto para 2012, o jogo está sendo criado pelos mesmo responsáveis pelo titulo anterior e receberá versões para os PCs, Xbox 360 e Playstation 3. A princípio imaginou-se que o Prey 2 usaria a id Tech 5, engine da id Software e que será o coração do aguardado Rage. Como o jogo será publicado pela Bethesda, companhia que ao lado da id pertence ao conglomerado Zenimax, o vice-presidente da empresa esclareceu que não será esse o motor usado no game.
O primeiro jogo nos colocava na pele do índio Cherokee Domasi “Tommy” Tawodi, que junto com o seu avô, namorada e muitos outros humanos, são abduzidos por uma nave alienígena. Os seus principais destaques estava no enredo inusitado, que colocava um nativo norte-americano para salvar o mundo de invasores e na jogabilidade que permitia a criação de portais para nos locomovermos, além da gravidade variável do lugar, que possibilitava andarmos pelas paredes ou teto em algumas áreas.
Poucos detalhes da história do novo jogo foram revelados, mas de acordo com o líder do projeto, Prey 2 oferecerá aos jogadores a oportunidade de explorar um mundo totalmente aberto, o que promete deixar tudo muito mais interessante.
When the first Shogun: Total War came out, its real-time battles made you feel like you were playing through the epic battle scenes from one of Akira Kurosawa's samurai films. Shogun 2 is like playing through a new, remastered edition of that game, complete with both the character dramas and the enormous battles. Merging beautiful graphics, scheming generals, improved multiplayer options, and deep strategic gameplay with countless small details that imbue it with historical flavor and drama, Shogun 2 is one of the most captivating strategy games ever made.
Like the previous Total War games, Shogun 2 combines a turn-based strategy mode with tactical, real-time battles. The turn-based portion of the game takes place on a gorgeous strategic map that, although limited to the country of Japan (minus Hokkaido), feels every bit as epic as the continent-spanning maps of previous iterations in the series. It is on this magnificent 60-province map of Japan that you make all of your strategic decisions, manage your dynasty, research technologies, build improvements like roads and farms, and direct your armies. When an army engages in combat, you can either use the auto-resolve feature or fight things out in fantastic real-time battles. The goal during real-time battles is to route the enemy army as an attacker and hold out as a defender. Either way, you have to make intelligent use of terrain and unit abilities, keep your flank adequately protected, and do your best to sap the enemy units' morale before they can get the upper hand.
Shogun 2's turn-based single-player campaign stands on its own merits as an excellent strategy game. You play as an ambitious daimyo, or leader, of one of the 10 most powerful clans in Japan. Each clan has unique strengths that you have to master if you plan to capture Kyoto, the nation's capital city, and unify Japan as its new shogun. For instance, the Chosokabe have superior bow infantry, while the Mori are master shipwrights, and the Hojo get building construction bonuses. The choice of clan is an easy one compared to the many difficult decisions you have to make during the campaign. One example is the allocation of your research efforts, which must be carefully divided between the chi and Bushido arts (the civilian and military tech trees, respectively). A strong economy based on chi is needed to pay for a powerful army's upkeep, but a narrowly focused autocrat, however enlightened, may be overrun by a militaristic brute. Furthermore, sound economic planning is necessary for success. Your economic potential and buildable units are limited by the types of buildings in your provinces. The size of a province's castle determines the number of possible buildings that may be constructed there. Since larger castles consume more food, you have to carefully plan your upgrades lest you inadvertently cause mass starvation. Temporary prosperity is possible through honorable trade relations with other clans, but these arrangements rarely last.
Such concerns coupled with the constant barrage of special events and natural disasters are problematic enough, but the tricky issue of religion is added to this explosive mix. Allowing Nanban, or European, merchants into your cities lets you field units with powerful matchlock firearms, but it also opens up your homogeneous Buddhist society to Christian influences. The growing Christian population has to be either appeased or subdued in some manner. One solution is for the clan to convert to Christianity to unlock powerful European cannons or carracks, but this would outrage the Buddhist population and bring dishonor to the daimyo. The best course of action is to ensure that the majority of the populace follows the daimyo's faith whether through conversion or isolationism. Angry religious minorities are an Achilles' heel for any daimyo, so religious and secular grievances must be kept to a minimum lest bloody rebellions ruin your chances of becoming shogun.
In Shogun 2, generals add another level of strategy, as well as some much-appreciated drama. Generals have always been important for maintaining troop morale in the Total War series, but they've never had as much character as in Shogun 2. For starters, generals now have a loyalty rating, and one could conceivably turn on you, especially if his overambitious wife is feeding him poisonous ideas. As a result, you need to find some way to keep them loyal. You might give them important positions in the clan, or bring them into your family through marriage or adoption (which works even if the general is only slightly younger than the daimyo). For example, a general's loyalty improves immensely once he has been entrusted with the clan's finances. It is vitally important to keep generals around for as long as possible because their combat experience can be used to gain a variety of new skills and followers for the clan's benefit. For instance, you could increase a general's poetry skill, giving your clan a research bonus and opening up the path for your general to become a "living treasure" capable of bringing unrestrained jubilation to any province he passes through. Alternatively, you may mold a general into a feared tyrant, an expert at siege warfare, or a near invincible legendary warrior. The general's retinue, which is increased every few levels, is equally diverse.
His retainers can be people, like a samurai master who gives a melee bonus to all units; animals, such as a lovable monkey; or even inanimate objects, like a Go board, which increases the general's command ability. These are all in addition to random traits that generals pick up during battles or through marriage. The "fecund wife" trait, which ensures that a general sires many children, is particularly useful for daimyos since they need heirs to carry on their legacy after death. The daimyo's male children will grow up to become fairly loyal generals, so you want to be blessed with a large brood. In addition to the generals, all special characters, such as the metsuke (inspectors), monks, ninjas, and geisha, gain experience points, skill traits, and a retinue. A Christian missionary, for example, can learn to become a scholar and aid his clan's chi research, or he can focus his efforts toward proselytizing for Christian faith with the help of his retinue of church notaries and Japanese converts.
Another important consideration is weather. On the campaign map, armies suffer significant attrition when outside of your territory during winter, so you must plan your campaigns with the seasons in mind, or risk losing samurai to frostbite. Likewise, fleets suffer heavy losses from attrition while outside of placid coastal waters. Weather also plays a major role during real-time battles. For instance, matchlock firearms and fire arrows are useless when it rains, and heavy fog can change the face of battle, enabling dramatic conflicts where diversionary assaults further obfuscate the true threat that bides its time in the dark mist.
O motor gráfico da Crytek passou por diversas transformações de Crysis para o segundo game da franquia, Crysis Warhead, o que acarretou em inúmeras melhorias, tais como o ganho de performance, mais efeitos, flexibilidade estendida para desenvolvedores independentes e muito mais.
Com este patch, a desenvolvedora promete corrigir mais algumas pequenas falhas que persistem, mesmo após o lançamento oficial.
Atenção
Já é sabido pela Crytek que jogos iniciados em versões de 32 bits e depois passados para a de 64 (ou vice-versa) não se comportam de forma adequada. Se instalar a nova versão, dê preferência ao reinício do seu progresso.
Usuários do serviço Steam devem aguardar até que a atualização automática entre em ação, não aplicarem por conta a instalação do Patch.
Suporte para 64 bits
A principal modificação é a adição de executáveis em versão especial para instalações e processadores de 64 bits, tanto no Windows XP como para o Windows Vista. No primeiro, junto com a instalação do patch será adicionado um novo atalho no menu iniciar. Basta checar a pasta da desenvolvedora.
Já para quem tem instalado o Windows Vista, o novo ícone de acesso ao jogo estará na pasta “Jogos” (ou “Games”, se você utilizar a versão em inglês do sistema), que reúne todos os games instalados na máquina.
Pequenos ajustes
Eles podem não ter tido efeito sobre suas partidas anteriores, mas você pode impedir que eles ocorram de qualquer maneira. Confira a lista de mudanças e correções, divulgada pela Crytek:
• Windows Vista: não há mais erros de posicionamento (compensação) de cursor do mouse quando no Menu de opções. Não são mais ativados inícios aleatórios em modo de janela.
• A função TimeDemo pode ser iniciada por linha de comando.
• Melhor suporte para texturas dinâmicas, ativadas com o modo entusiasta (enthusiast mode).
• Resolve problemas relacionados à troca de resoluções sob o Windows Vista.
Além destas mudanças, estão presentes outras correções menores de partidas e de comportamentos dos elementos de jogo, mas que não foram mencionadas no texto oficial que acompanha o arquivo (changelog).
É sabido que produtos Apple têm grande público envolvido em música, de forma profissional ou amadora. O lançamento do Garage Band e sua boa recepção provam isso, e sua inclusão na suíte de programas iLife trouxe uma dúvida: como plugar seu instrumento musical no tablet?
A Apogee Digital apresenta uma boa solução para esse impasse: o Jam. Essa interface de aparente facilidade de instalação funcionará também em demais produtos da linha Apple. Ele promete converter o sinal de áudio analógico para digital com o máximo de qualidade e fidelidade fazendo a conexão perfeita entre seu instrumento e as emulações do Garage Band.
Apogee Jam (Foto: Reprodução)
O Jam é um conversor digital de 24 Bits que utiliza a tecnologia PureDIGITAL, que garante a prometida fidelidade sonora. A Apogee afirma que a diferença na qualidade de captação de timbres em relação a dispositivos de outras marcas é enorme.
O acessório tem conexão Plug and Play, que dispensa qualquer tipo de instalação e eventuais dores de cabeça. Sua conexão é via line in, e conta com ajuste de volume lateral para essa entrada. Além disso, luzes LED multicoloridas informam sobre os níveis sonoros e demais status. O adaptador foi desenvolvido para uso com guitarras ou baixos.
A Apogee Electronics acerta ao trazer esse tipo de interface ao universo Mac. Bastante comuns em ambientes PC, e com muitos usuários, é quase certo que produtos como o Jam fará sucesso, já que se aliam e complementam o perfil de donos de produtos da Apple. O lançamento do Jam será dia 31 de março, e seu preço é $ 99 dólares: bastante acessível, se compararmos ao quanto se gastava antigamente para se ter um estúdio portátil.